De mim e dos outros | Nati Vicentini

Não se engane, amor… A liberdade quem te dava era eu.

Não tô falando dessa superficial que você acha que vive agora. Tô falando daquela liberdade que te fazia feliz: que te fazia acordar sorrindo, aquela liberdade que te fazia querer voltar para o mesmo lugar quando a noite chegava, e esse lugar era eu.

Eu conheço todos os teus 3456 tipos de sorriso: os que tu dá com os olhos e os que tu dá com a boca e os que tu dava pra mim: esse último era completo, amor.

Não importa que você não pode ser o motivo do meu sorriso leve e que não tenha nem se preocupado se eu iria saber viver sem você depois de ter me feito confiar nos seus olhos… Eu sou feliz em saber que fui capaz de despertar o teu melhor e ter enxergado sua alma linda. Você era incrivelmente amado quando era meu, amor… O cara mais legal do mundo. Era bom demais te ver chegando. Ficando. Permanecendo.

É… Eu te amei demais, príncipe.

Natália Vicentini
Natália Vicentini
De mim e dos outros

Blumenauense, formada em Jornalismo e finalizando curso de Direito; usa as palavras quando transborda e não se cabe mais por dentro. Se não escrever, surta. Tenta ser uma pessoa cada vez melhor - nem sempre consegue -, mas, ainda assim, possui "aquela estranha mania de ter FÉ na VIDA". Compartilha suas ideias malucas e seus amores inacabados na página "De mim e dos Outros".

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